Opinião – O novo Tecon Santos 10
Sem barreiras na largada, o STS10 atrai mais propostas, eleva a arrecadação e acelera obras. O foco recai em escala e previsibilidade para reduzir filas e custo logístico em Santos.

Operações com armadores podem conviver com competição quando há regras claras de acesso e supervisão. O caminho sugerido privilegia disputa ampla no leilão e monitoramento regulatório em seguida, com medidas de desinvestimento, se necessário. O objetivo é ganhar capacidade rapidamente, reduzir tempos de espera e ampliar a confiabilidade do serviço.
Restringir previamente candidatos encarece o projeto e alonga prazos. Abrir o jogo com critérios técnicos firmes tende a melhorar preço, qualidade e segurança jurídica para quem investe e para quem usa o porto.